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Você conhece todos os tipos de botas?

 

Botas são muito mais do que calçados quentinhos… botas são puro estilo!!

 

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Oh, yeah!!

 

No mundo da moda, cada uma delas conta uma história, de uma época ou intenção diferente.

De couro, camurça, tecido, veludo, napa, plástico, borracha… Com zíper, botões, cadarços, fitas, pelos, pelúcia, franjas, correntes… lisas, pintadas, bordadas…. São tantas opções!!

 

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Variedade aos seus pés!!

 

Eu adoro botas! E, certamente, você também! Mas, será que conhecemos todas elas pelos nomes que permeiam os editoriais fashion?

 

Então, aí vai um pequeno dicionário… hora da aula!!

🙂

 

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Prontas?

 

Por comprimento

 

Ankle Boot – de cano curto, na altura do tornozelo.

Midi – de cano médio, entre o tornozelo e a panturrilha.

¾ – modelo mais tradicional, na altura da panturrilha.

Over the knee – também conhecida como cuissarde ou 7/8, acima do joelho.

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Por estilo

 

Apache – inpiradas nas botas usadas pelos Apaches, povos nativos norte-americanos. Geralmente, são confeccionadas em couro ou camurça macios, com costuras aparentes. Decoradas com franjas ou bordados, podem ser de cano curto ou médio. Mas, sempre contam com salto rasteiro.

 

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Biker -Inspiradas nas botas de motoqueiros, possuem estrutura reforçada e confortável. De cano médio, contam com salto baixo ou quadrado médio. Geralmente, são decoradas com fivelas ou tachas. Assim como os coturnos, têm tudo a ver com o estilo rock´n´roll.

 

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Chelsea – De cano curto, salto baixo e elástico na lateral, surgiram na Inglaterra na Era Vitoriana (1837 a 1901). Na época, elas eram usadas para andar à cavalo. Mas, elas se tornaram populares em todo o mundo na década de 1960, nos pés dos meninos de Liverpool, os Beatles. Versáteis e confortáveis, integram facilmente tanto o guarda roupa masculino quanto o feminino. Também são chamadas de dealer boots, paddock boots ou jodhpur boots. As atuais versões femininas contam com saltos e detalhes variados.

 

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Dos pés dos Beatles, na década de 1960, para o mundo!

 

 

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As versões femininas possuem acabamentos variados.

 

 

 

 

Chukka – De cano curto, com cadarço. O nome tem a ver com sua origem, já que foi inspirada nos calçados usados por jogadores de pólo no passado. Chukka é como se chama cada período de uma partida. Para o esporte, que surgiu na China, séculos antes de Cristo, as botas eram confeccionadas em pele de bezerro com sola de couro. Quando o pólo equestre surgiu séculos antes de Cristo, os jogadores calçavam botas simples de pele de bezerro. As chukka boots atuais, que nada têm a ver com a prática esportiva, são muito semelhantes às desert boots. Só que mais robustas e de acabamento mais elaborado. Há versões em couro, camurça, nobuk ou material sintético, com sola de couro ou emborrachada.

 

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Coturnos – Inspirados em botas de combate usadas por soldados, possuem solado robusto e amarração em cadarço. No mundo fashion, é associado à rebeldia e ao rock´n´roll. Nos anos de 1990, através do movimento Grunce, ganhou às ruas e passarelas.

 

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Country – também conhecidas como cowboy boots, foram criadas para o dia a dia de vaqueiros e facilitar a montaria. O cano longo, o bico fino e o salto são perfeitos para proteção da perna e encaixe no estribo do cavalo.

 

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Desert boot – as “botas do deserto” foram criadas por sapateiros egípcios para soldados que precisavam caminhar em áreas desérticas em combates da Segunda Guerra Mundial. Simples e leves, eram feitas em camurça, com amarração simples e solado de couro. Ao final do conflito, o soldado Nathan Clark levou o calçado para os Estados Unidos, onde desenvolveu novas versões para vender na loja de sua família, a Clarks. Até hoje, a marca é referência em desert boots.

 

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Galochas – de cano curto, médio ou longo, são confeccionadas em plástico ou EVA. Ideais para manter os pés aquecidos e secos em dias chuvosos. Mas, com muito estilo, já que são produzidas nas mais variadas cores e padrões visuais.

 

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Hidden Wedges – botas com salto anabela, independente da altura do cano.

 

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Montaria – como o próprio nome indica, foram criadas para praticantes de hipismo, mas por sua elegância e praticidade, foram adotadas pelo mundo da moda. Hoje, são básicas no guarda roupa de inverno. Um verdadeiro coringa, que pode ser usado de dia ou de noite, em ocasiões despojadas ou sociais. Confortáveis e versáteis, possuem salto baixo e cano longo, com os mais variados acabamentos.

 

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Open Boots – botas com aberturas e, por isso mesmo, também chamadas de summer boots (botas de verão).

 

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Oxford – versão de inverno dos clássicos sapatos Oxford. Com amarração em cadarço, podem ser de cano baixo ou longo.

 

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Ugg boots – botas criadas na Austrália, originalmente produzidas com pele de ovelha. Sem amarrações e de salto rasteiro, são macias e maleáveis. Sem fechos ou amarrações, simplesmente se encaixam nos pés. Nem todo mundo gosta de seu visual rústico, mas é confortável e estilosa. No Brasil, há agora versões do modelo original, mais leves e adequadas ao nosso inverno.

 

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E então, o que achou?

Bom… na dúvida, experimente todas!!!

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Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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