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Um par de sapatos, duas opções de salto, muitas possibilidades

 

Que mulher não se sente elegante sobre um belo par de sapatos? Mas, há situações em que a necessidade de conforto fala mais alto.

 

O problema é que, em geral, estes momentos se misturam ao longo do dia e nem sempre há tempo para se adaptar.

Pensando nisso, a designer canadense Tanya Heath, que vive em Paris, desenvolveu uma linha de calçados femininos com saltos removíveis. Cada par oferece três opções de uso: salto alto, salto baixo ou nenhum salto.

 

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Um único sapato com duas opções de salto!

 

 

 

 

Assim, de maneira rápida e prática, é possível adaptar o mesmo sapato ao momento, seja para um programa descontraído após o trabalho ou ao final de uma festa quando os pés já não aguentam mais a pressão dos calçados.

 

A remoção do salto é simples, através de um botão interno. O sistema ainda garante boa fixação para caminhar em segurança.

 

Em entrevista recente ao site do jornal The Huffington Post, Tanya explicou qual é o perfil de suas clientes: “São mulheres que não conseguem mais lidar com a dor, elas querem ficar lindas, mas sem sofrer”.

Os sapatos da coleção, apropriadamente chamada de Liberty, ainda não estão disponíveis para venda no Brasil. Na Europa, cada par custa uma média equivalente a R$ 1.500, com duas opções de salto.

 

Na 43ª edição da Couromoda, realizada entre os dias 10 e 13/1, em São Paulo, a designer brasileira Patrícia Strebinger, da Lizzy Kahl apresentou sua linha de sapatos com saltos removíveis.

 

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Os calçados com saltos removíveis da Lizzy Kahl foram destaque na última edição da Couromoda, em São Paulo.

 

Cada par é vendido com dois tipos de salto – agulha e bloco – sendo um deles sempre na cor da sola. As alturas variam entre 6 e 8 centímetros. Todos os modelos são confeccionados em couro.

Os preços dos sapatos com saltos removíveis da Lizzy Kahl variam de R$ 560 a R$ 680. Saltos avulsos são vendidos a R$ 70 o par.

 

 

Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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