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Os dez sapatos femininos mais caros do mundo

 

Arte, material nobre, valor histórico, assinatura ou simplesmente marketing.

Muitos são os motivos que levam um objeto a alcançar grandes cifras.

 

Alguns, ainda que realmente caros, integram um forte, porém restrito, mercado de luxo. Outros são tão incrivelmente caros que são verdadeiras peças de colecionador ou de acervo de museu.

Segundo lista elaborada pelo site brasileiro Top 10 Mais! (www.top10mais.org), que faz rankings sobre os mais variados assuntos, estes são hoje os sapatos femininos mais caros do mundo…

 

10°) Clássico de Roger Vivier –  preço: 1.700 euros (cerca de R$ 6.970).

 

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O modelo mais caro de Roger Vivier é o mesmo clássico usado por Catherine Deneuve, em Belle du Jour, de 1967.

 

9°) T-Strap de Salvatore Ferragamo – preço: 1.900 euros (cerca de R$ 7.790).

 

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O italiano foi o designer preferido das atrizes de Hollywood entre as décadas de 1940 e 1950. É dele o modelo utilizado por Marilyn Monroe na clássica cena de “O Pecado Mora ao Lado” (1955) em que segura o seu vestido esvoaçante. Hoje, sua empresa, conduzida por seus descendentes, é uma das mais tradicionais e respeitadas no mundo. Este modelo T-Strap é hoje um dos mais caros da marca.

 

8°) Sapato da Chanel – Preço: 2.300 euros (cerca R$ 9.430).

 

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Os modelos de Chanel são clássicos atemporais da moda. Entre os mais caros de sua coleção estão os sapatos de couro de crocodilo e cordeiro.

 

7°) Bota Vienna Minimalista, de Louis Vuitton – Preço: 3.500 euros (R$ 14.350).

 

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A bota Vienna Minimalista, feita em couro de avestruz, é um dos modelos mais caros da marca francesa.

 

6°) Bota de Manolo Blahnik – Preço: 11.000 euros (R$ 45.010).

 

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Manolo Blahnik é conhecido por seus calçados de saltos altíssimos e preços pouco acessíveis. Entre os modelos mais caros de sua coleção está uma clássica bota de cano longo e bico fino.

 

Os cinco sapatos femininos mais caros do mundo custam milhões de Reais.

 

5°) Diamond Shoe, de  Kathryn Wilson – Preço: 276.000 euros (R$ 1.131.600).

 

Diamantes
A designer neozelandesa Kathryn Wilson produz sapatos que são verdadeiras joias. Cada um deles conta com 21,28 quilates de diamantes brancos. Os calçados são produzidos manualmente, em um delicado processo que pode levar até 50 horas.

 

4°) Sandálias Ruby Slippers, de Stuart Weitzman – Preço: 1 milhão de euros (R$ 4 milhões).

 

Sandália de rubi
Desenvolvidas por Stuart Weitzman  para o Oscar 2003, estas sandálias foram inspiradas no clássico O Mágico de Oz (1939). O par conta com 642 rubis, com cerca de 123,33 quilates. Os detalhes foram feitos em platina.

 

3°) Sandálias Cinderella Slippers,  de Stuart Weitzman – Preço: 1,5 milhões de euros (R$ 6,10 milhões).

 

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Inspirado no clássico sapato de Cinderela, este modelo foi criado por Weitzman para a cantora Alison Krauss utilizar na cerimônia do Oscar de 2004. O par conta com 565 diamantes. Hoje, estas sandálias estão em exposição ao público em Beverly Hills, na Califórnia.

 

2°) Sandálias Tanzanite Heels, de Stuart Weitzman e LeVian Evening – Preço: 1,5 milhões de euros (R$ 6,10 milhões).

 

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O par destas sandálias é adornado com mais de 200 quilates de pedras preciosas. Somente nas tiras dos tornozelos há mais de 185 quilates. Já as tiras frontais são cobertas por 28 quilates.

 

1°) Sapatos de Ronald Winston – Preço: 2,3 milhões de euros (R$ 9,43 milhões).

 

Mais caro
Os sapatos criados por Ronald Winston em 1989 em homenagem ao 50º aniversário do filme O Mágico de Oz, são inspirados nos sapatinhos mágicos de Dorothy. Com 4.600 rubis e 50 quilates de diamantes, modelo foi confeccionado pelo artesão Javier Barerra. O minucioso trabalho durou dois meses.

 

Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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