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Feliz dia das mães!

 

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MÃE, AMOR INCONDICIONAL!

 

Mãe,
Iluminada, um grande ser.
Você é tão maravilhosa.
Não existe palavra para te descrever.
Mãe, aquela que perde a sua identidade
Em prol da identidade de outrem.
Aquela que se desespera quando
O desespero chega para a sua prole.
Aquela que sente a dor que o filho
Ainda nem sentiu.
Aquela que só vive depois de saber
Que a vida do outro está trilhando caminhos certos.
Aquela que é incapaz de abandonar.
Aquela que dá o abrigo sem mesmo possuir
Esse abrigo.
Ser mãe é mais do que gerar,
É mais do que conceber,
É mais do que trocar as fraldas
É mais do que dar comida,
É mais do que dar brinquedos
Caros ou baratos,
É amar incondicionalmente,
Protegendo o seu filho,
Dando a ele capacidade e todo suporte
Para mais tarde se proteger sozinho.
É dar sempre carinho,
Mesmo depois de umas boas palmadas.
É ser amiga,
É estar disponível,
É fazer o bem,
Mesmo que esse bem pareça o mal.
É educar para a vida,
Para o seu filho conseguir trilhar
Seus próprios caminhos com sucesso.
Ser mãe não é o dom mais lindo
Do universo?
Indescritível
Porque ser mãe é algo
Inacabado.
Sempre vou ter algo para falar
Dessa maravilha que não é para todas.
São as escolhidas
Escolhidas por Deus
Para deixar nessa Terra
Seus ensinamentos, suas bênçãos.
Àquelas que são mães, agradeçam.
Vocês são privilegiadas.
Curtam essa oportunidade única
Que lhes foi dada.

Poema de Marlene de Sá Reis

      MÃE, AMOR INCONDICIONAL!   Mãe, Iluminada, um grande ser. Você é tão maravilhosa. Não existe palavra para te descrever. Mãe, aquela que perde a sua identidade Em prol da identidade de outrem. Aquela que se desespera quando O desespero chega para a sua prole. Aquela que sente a dor que o filho Ainda nem sentiu. Aquela que só vive depois de saber Que a vida do outro está trilhando caminhos certos. Aquela que é incapaz de abandonar. Aquela que dá o abrigo sem mesmo possuir Esse abrigo. Ser mãe é mais do que gerar, É mais do…

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Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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