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Boot cuff ou meia polaina – um charme com botas de diferentes estilos.

 

A Boot cuff, também conhecidas como meia polaina, ajuda a aquecer e ainda renova o visual das botas básicas, de tons neutros.

 

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Boot cuffs combinam com botas de cano longo ou curto. 

 

 

 

 

Neste ano, o frio chegou a São Paulo bem antes do inverno. Há tempos a temperatura não caía tanto nesta época do ano! Então, por que não aproveitar o melhor dos acessórios típicos da estação para se aquecer com estilo?

Aqui, já falamos de algumas opções, como as alpargatas de moletom e as palmilhas tecnológicas com aquecimento.

Desta vez, a ideia é incrementar as tradicionais botas com um charmoso detalhe – a boot cuff, também chamada de meia polaina.

 

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Boot cuff – um detalhe simples que faz toda a diferença.

 

Em tricô ou crochê, as boot cuffs podem ser usadas com botas de canos longos ou curtos.

 

Em cores e texturas variadas, com detalhes como laços ou pompons, ajudam a aquecer transformando um visual tradicional em algo diferenciado. Boot cuff podem mudar a daquela bota comum, de cor básica, de maneira muito simples.

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Em tricô ou crochê, boot cuffs contam com detalhes dos mais variados. 

 

 

 

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Os preços das boot cuffs podem variar bastante, dependendo do material utilizado, da complexidade do trabalho e do valor da mão de obra.

 

Os modelos industrializados são mais baratos, custando em torno de R$ 15 a R$ 30, o par. As versões artesanais, em geral mais bonitas, podem custar de de R$ 25 a R$ 120 o par.

Em tempos de crise econômica, empreender em algo novo pode ser um bom negócio. E por que não prestigiar o pequeno produtor?

Quem sabe a bela arte do tricô e do crochê também pode criar suas próprias boot cuffs de forma exclusiva.

 

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Para se inspirar.

 

 

 

 

 

 

 

O que vale é a criatividade.

 

 

 

 

 

 

E o bom gosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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