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A festa do fim do mundo – ótimo motivo para sapatos novos! Mas, não pode ser qualquer sapato.

O fim do mundo estava marcado para o dia 21 de dezembro de 2012. Pelo menos esse era o último dia marcado no antigo calendário Maia… Então, sim, o mundo deveria acabar por aí. Ao menos esta era a conclusão de muitos que acreditavam que neste fato estava uma clara profecia sobre o fim dos tempos.

Então, já que o mundo iria acabar mesmo, por que não em festa? Muitas foram marcadas para o fatídico dia. Afinal, convenientemente, era uma sexta-feira. E não é que uma amiga minha recebeu um convite para uma delas? E não seria uma festinha, mas uma festona!! Não daria para comparecer a bordo de qualquer sapato, mas O sapato.

Dias antes, quando ainda planejava o que vestir e calçar na festa, ela estava em um outro evento e viu uma garota com uma sandália maravilhosa. Daquelas de não desgrudar os olhos e tirar o fôlego. Não pensou duas vezes e foi perguntar onde havia comprado a bonita. Ela então disse que era de uma marca nacional bem bacana, a Louloux. Minha amiga ainda não tinha ouvido falar nela. Mas, claro, foi à caça e comprou a sandália para ir à Festa do Fim do Mundo.

 

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A linda sandália da minha amiga querida para a Festa do Fim do Mundo

Depois, conversando comigo, me contou a história e perguntou se eu conhecia a marca. E olha só: algum tempo antes, em uma daquelas varreduras despretensiosas pela rede em busca de novidades eu havia chegado até o site da Louloux. E havia amado. Dessas coincidências da vida, sabe? Ficamos fãs, claro.

Pura arte. Assim são estes sapatos. Coloridos, diferentes, fashion… do tipo que todo mundo pergunta onde você comprou. Altamente colecionáveis! E um detalhe: os nomes dos modelos em geral trazem alguma referência pop: Chaplin, My Fair Lady, Sea Punk, Frida, Deep Blue Bowie, Flash Back, Greenday, Camelot…

 

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Os sapatos Louloux são produzidos artesanalmente, em tiragem limitada

Como resistir? Não resisti. Logo na primeira visita a uma loja temporária da marca, que é do Rio Grande do Sul, em São Paulo, comprei três pares. Destaque total para a sapatilha verde com um delicado coração vermelho com asas douradas. Não consegui parar por aí…

 

Sapatilha Irish

Minha primeira aquisição da Louloux

 

Entre meus favoritos está ainda o Taylor, de salto quadrado. Sua cor, algo entre o lilás e o pink, é simplesmente linda! Sem exagero: atrai olhares em qualquer lugar que se vá com ele.

 

Taylor

A foto não faz jus à real beleza do Taylor

Minha última aquisição foi uma ankle boot chamada Frida, com estampa de caveiras mexicanas sobre fundo claro. Com ela, qualquer jeans com camiseta fica especial.

 

Frida

Ankle boot Frida

Criada pelo designer gaúcho Cris Bronzatto, a Louloux se estabeleceu em 2005. Desde então, a marca já marcou presença, como convidada, em importantes feiras de design do mundo. Entre elas, a Brazil Fashion Now (em Tóquio), MICAM (em Milão), a Pitti Uomo (em Florença) e a Première Classe (em Paris). Em outubro de 2013 a Louloux também participou do Be Brasil, em Nova York.

Além das cores e formas de forte apelo visual, a marca também aposta em sustentabilidade, já que seus produtos são feitos a partir da reutilização do material excedente da produção de outras empresas.

Cada modelo é produzido artesanalmente, em tiragens limitadas. Com a produção por modelo reduzida, a variedade é grande. Toda semana, durante todo o ano, a loja virtual recebe novos produtos.

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A recém lançada Merveilleux

Ah, é… eu estava contando sobre a festa do fim do mundo. Pois é, foi cancelada. Sorte nossa.

Sobre Ana Bernardinelli

Quem sou eu? Pergunta difícil, até porque ainda não encontrei a resposta. Mas, uma certeza é que desde muito cedo soube que queria escrever. Sobre tudo. Dos tempos em que brincava de “fazer jornal”, com o meu fictício “O Linguarudo”, até meus textos adolescentes em “Penúltima Palavra – porque a última é sempre da diretora”, o periódico da escola, fui confirmando meu desejo. Ainda cursando Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, no coração da sempre incrível Av. Paulista, comecei a trabalhar na área. Já formada, passei por emissoras de rádio FM e AM. Também trabalhei em revistas – de automóveis, brinquedos e variedades, além de prestar serviços para empresas e entidades de classe com textos corporativos. Nos últimos anos, fui repórter do mais importante semanário da Zona Norte de São Paulo. Apaixonada por história da arte, cultura pop, música, cinema e literatura, tenho ainda um grande vício. Sim, confesso: sou sapatólatra. Em estágio avançado. E sem esperanças de cura. Simplesmente não resisto ao desejo de buscar novidades e curiosidades sobre este objeto que ultrapassa sua definição e se mistura com tantas emoções. Porque por trás de um belo par de sapatos, há sempre uma grande história. Aqui, no entanto, está a minha terapia! Vocês agora são meus convidados para esta aventura fashion! Ana Bernardinelli

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